A nossa primeira viagem para Paris foi em 2008.
Compramos um pacote da IberoJet que previa passagens rápidas por Paris, Bruxelas, Amsterdã, Heidelberg (Alemanha), Praga, Budapeste, Viena, Veneza (pernoitamos em Mestre), Florença e Roma. Em todas essas cidades nós pernoitamos.


O roteiro também passou, rapidamente, por Bratislava, capital da Eslováquia, Pádua, Siena e Assis, na Itália. Foram 23 dias de viagens. Valeu pela possibilidade de conhecer diversas cidades. Para diversas delas, já retornamos.
Desembarcamos no Aeroporto de Charles de Gaulle no meio da manhã. Uma van nos levou até o hotel Ibis, no portão de Bagnolet. Fica bem próximo da última estação Gallieni da linha 3 do metrô de Paris. É no subúrbio de Paris.
Próximo do Ibis tem um shopping, com supermercado. Bom para as compras para o lanche no hotel.
Antes do meio-dia já estávamos nos deslocando, com as orientações do pessoal do hotel, para a estação Ópera.
Com o mapa nas mãos, ainda deslumbrados com Paris, saímos caminhando em direção a Praça Concorde.
Cinco quarteirões depois, chegamos na bela igreja de Madeleine. Rossani decidiu subir as escadarias da igreja, onde muitas pessoas aproveitavam o horário para lanchar.
Eu fiquei no outro lado da rua para fotografar a Madeleine. Percebi que a Rossani estava sentada na escadaria e conversava animadamente com uma mulher. Atravessei a rua e fui até lá para saber o que estava acontecendo e, de imediato, fui indagado pela mulher.
– Tu sabes que ela (a Rossani) chegou aqui na escadaria e perguntou pra mim, em bom português, que igreja era essa? Eu respondi se ela queria que eu falasse também em português…
Essas coisas acontecem nas viagens.
A gente sempre acaba encontrando alguém que fala português. A mulher, cujo nome não lembro mais, era do Rio Grande do Norte e vivia em Paris há 30 anos. Ela nos mostrou como ler o mapa e se localizar na capital francesa. Foi nosso anjo da guarda.
Retornamos a Paris mais cinco vezes.
Nem precisamos mais de mapa.