Londres, melhor impossível

As cidades da França têm sido uma constante nos nossos roteiros, mas em julho de 2013 decidimos que iríamos passar a virada do ano em Londres.

Já havíamos curtido o Ano Novo diante da Torre Eiffel, em Paris, em 2012.

Com as passagens compradas e depois de muita pesquisa no Booking.com, reservamos o hotel Ibis Saint Pancras para as sete noites na capital londrina.

A expectativa era grande. Descemos no Aeroporto de Heathrow procedentes de Paris por volta das quatro da tarde.

Decidimos ir para o hotel de metrô e compramos dois cartões Oyster para viagens de underground e de ônibus vermelho por sete dias.

A linha Piccadilly – azul escuro – passa por todo o Centro. A estação Saint Pancras faz parte do roteiro – é desse terminal que saem os trens para Paris e Bruxelas.

Depois de uma viagem de pouco mais de 40 minutos, chegamos num dos pontos de saída da estação com duas malas e mais mochilas.

Pedimos ajuda aos seguranças e, por sorte, havia uma mulher portuguesa, facilitando o nosso entendimento.

Ela disse que o Ibis ficava a seis quarteirões de Saint Pancras e, como estava chovendo, era melhor irmos de metrô até a estação Euston. O hotel ficava a 50 metros do terminal.

Assim, estávamos conectados por tube com todos os pontos de Londres.

Melhor, impossível.

Londres fascina desde o primeiro contato.

Ao fundo, o prédio mais alto da Europa está em Londres
Ao fundo, o prédio mais alto da Europa está em Londres
Estação Saint Pancras - metrô e trens para Paris e Bruxelas
Estação Saint Pancras – metrô e trens para Paris e Bruxelas
Ibis Saint Pancras ao lado da estação Euston
Ibis Saint Pancras ao lado da estação Euston
Painel de linhas da estação Euston, que também liga Londres a outras cidades inglesas
Painel de linhas da estação Euston, que também liga Londres a outras cidades inglesas
Rossani Thomas em frente da estação Euston
Rossani Thomas em frente da estação Euston

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