Além de gostar de viajar, sou metido a fotógrafo. Ainda como morador de Santa Cruz do Sul (RS), minha terra natal, sempre gostei de fazer fotografias.
A primeira máquina parecia uma caixinha e os filmes eram do tamanho 127. Cada rolo permitia 12 fotos, mas a qualidade era excepcional, desde que fosse um dia ensolarado.
Já em Porto Alegre, a partir de 1977, comprei uma máquina Praktica, de fabricação alemã, na loja da Cambial – acho que nem existe mais. Ficava na esquina das ruas Doutor Flores com Annes Dias, no Centro.
Em 1978, cursando Jornalismo na Famecos-PUC, cheguei a ter um laboratório para revelar e copiar fotos em preto e branco no banheiro do apartamento. Foi uma bela experiência.
Na minha primeira viagem internacional, para a Alemanha, em 1991 – mais adiante vou contar como foi – fiz mais de 500 fotos em Hamburgo, Bohn, Munique, Berlim, Leipzig, Dresden, Colônia e Düsseldorf, entre outras cidades. Nem lembro quanto custou a revelação de todos os filmes.
Bom, depois com o advento das câmeras digitais, ampliei o número de fotos em cada uma das viagens. Hoje, tenho mais de seis mil imagens.
Gosto de fotografar detalhes, entre eles, postes de iluminação.
Alguns exemplos de flagrantes feitos em Paris, Aix Em Provence e Montpelier, na França, Londres, Tóquio, Munique, na Alemanha, e na catarinense Pomerode, no Vale do Itajaí.








