A primeira vez que ouvi falar da cidade paranaense de Morretes foi em uma matéria no Jornal Hoje, da Globo, em 2008. A reportagem mostrava a cidade histórica no Litoral e a aventura do pessoal que desce o Rio Nhundiaquara com câmeras (boias) de caminhão ou de carros.
Foi o bastante para comentar com a Rossani Thomas que iríamos conhecer uma nova cidade. Saímos de Florianópolis no meio da manhã, via BR-101. Em Garuva, após Joinville, entramos em uma rodovia estadual que levava até a cidade paranaense de Guaratuba. Lá, atravessamos a baía com uma balsa de transporte de veículos.
Chegamos em Morretes por volta das quatro da tarde. Era verão e o calor, insuportável.
Voltamos a Morretes em 2013 e aproveitamos para conhecer também Antonina.
Saímos de Florianópolis na sexta-feira pela manhã debaixo de muita chuva. Sábado, amanheceu com um céu azul e calor. Por volta das quatro da tarde, caiu um temporal e não parou mais de chover.
Cidades centenárias, Morretes e Antonina têm o charme das pequenas localidades, onde a vida anda devagar. Além dos esportes de aventura, a gastronomia é uma atração, principalmente com o barreado.
Prato típico do litoral paranaense, apresenta carne cozida por mais de 12 horas em uma panela de barro totalmente fechada e servido com farinha de mandioca, banana e arroz. De preferência, é uma comida para ser saboreada ao meio-dia.
Em Antonina, almoçamos na Cantina Casa Verde, uma boa dica dada pelo dono da pousada da Graciosa, onde ficamos hospedados em Morretes – a pousada aceita que os hóspedes levem cachorro. O único prato do restaurante é um menu degustação com ingredientes locais.
É possível conhecer as duas cidades com viagem de trem desde Curitiba, passando pela Serra da Graciosa. Nós subimos a Graciosa de carro. O visual é espetacular.








