Como já escrevi em uma nota anterior, chegamos em Avignon, no Sul da França em um domingo.
O Rio Rodano ou Rhône, em francês, divide a cidade com Villeneuve-lès-Avignon, uma pequena comunidade com, no máximo, 15 mil habitantes.
Depois de percorrer todos os cantos de Avignon, cercada por uma muralha, decidimos atravessar o Rodano, um rio com correnteza forte. É um dos mais importantes rios da França que deságua no mar Mediterrâneo. Entre uma margem e a outra são cerca de 300 metros. Era inverno e o vento, congelante.
Caminhamos cerca de meia hora até encontrar um ponto de ônibus. Mesmo com um pouco de dificuldade para entender o francês, uma mulher idosa nos deu uma dica importante. Disse que deveríamos ir até a Oficina de Turismo.
Da frente do escritório era possível avistar parte do Forte Saint-André, no Mont-Andaon – visível também de uma das torres do Palácio dos Papas, em Avignon.
Antes de subir, conhecemos a Torre de Filipe, o Belo, construída entre os anos de 1300 e 1307.
O forte foi construído em 1290, quando começou o povoado. Da Oficina de Turismo até o topo foi uma longa caminhada em uma subida de quase 300 metros. Poucas pessoas estavam nas pequenas ruelas até o topo. Turistas, apenas eu e a Rossani. Afinal, era uma terça-feira.
O Forte Saint-André está super bem conservado. Percorremos todas as torres, de onde também dá para ver o Palácio dos Papas, em Avignon.
Depois, descemos a coluna e chegamos na Chartreuse Notre-Dame du Val de Bénédiction, fundada pelo papa Inocêncio VI. Boa parte do teto da igreja está destruído.
No meio do mosteiro Beneditino está a fonte de San Juan, construída no século 17. A construção chama a atenção.
Visitar Villeneuve-lès-Avignon foi uma das melhores coisas que fizemos em 2013, quando também estivemos em Paris, Marselha, Aix-en-Provence, Arles, Pont du Gard e Nice.
https://blocodeviagensdosthomas.wordpress.com/2015/10/28/avignon-patrimonio-historico/




















