A primeira vez que desejamos conhecer a Alsácia foi durante uma feira de produtos dessa região da França, na fronteira com a Alemanha, na frente do Hotel do Louvre, na Rue Rivoli, em Paris, em 2011. Ficamos fregueses da feirinha por causa da cerveja, do pão com salsicha e o tarte famblée, um tipo de massa de pizza superfina.
Foi um amor à primeira vista, literalmente. Desde então, a Alsácia estava nos nossos planos de viagens.
Chegamos em Estrasburgo no sábado, dia 26 de dezembro de 2015, depois das sete da noite, procedentes de Paris via TVG. Uma viagem de duas horas e meia.
Da estação de trem até o Hotel Ibis Centre Petite France, foi uma caminhada de 500 metros. O hotel fica a cerca de cem metros do início do Centro Histórico. A primeira impressão da área do hotel foi ruim por causa da péssima iluminação, mas foi logo superada pela excelente localização.
O sol e a temperatura agradável – em torno de 9 graus – nos acompanharam no primeiro dia de visitas aos principais pontos da cidade.
Estrasburgo, a capital da Alsácia e do departamento do Bas-Rhin, o Baixo Reno, foi fundada em 12 a.C. Era um campo militar dos Romanos. A cidade só passou a ser francesa a partir do século cinco.
Estrasburgo é para ser visitada com muitas caminhadas e também em passeios de bicicleta, barcos ou de tramway, o metrô de superfície. Seis linhas atendem a cidade.
O Batorama percorre todo o Centro Histórico, Patrimônio Mundial pela Unesco, em cerca de uma hora. Vale a pena fazer o passeio, que custa 12,50 Euros por pessoa.
O barco é super seguro e tem vidros que permitem as fotos. Têm o roteiro sonoro com diversas línguas, incluindo o português de Portugal. O passeio vai até onde funciona o Parlamento da Comunidade Européia. No trajeto, o barco, com capacidade para mais de 100 passageiros, passa por duas eclusas. O passeio dura quase uma hora.
Na Segunda Guerra Mundial, Estrasburgo foi ocupada pelos alemães, que mudaram os nomes das ruas. Hoje, as denominações nas placas aparecem em francês e alemão.
A Catedral Notre Dame de Estrasburgo foi a mais alta entre 1625 e 1874. Só foi ultrapassada em altura pela Catedral de Colônia, na Alemanha, em 1880. Hoje, é a quarta igreja mais alta do mundo.
As teses religiosas de Martinho Lutero ganharam destaque em Estrasburgo, que tem uma das maiores igrejas protestantes da Europa, a Saint Thomas.
As torres no bairro da Petite France chamam a atenção de quem faz o passeio de barco ou caminha pelas margens do Rio Rhin, um dos afluentes do Rio Reno.
Estrasburgo é para ser curtida em todas as direções.





























Show, parabéns pelas fotos. Curtam a viagem bastante. Abraços da família Thomas de Lajeado/RS.
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