“A pequena Veneza”de Colmar

 

Chegamos em Estrasburgo por volta das sete da noite de sábado. Nos instalamos no hotel e já saímos para conhecer alguns pontos da capital da região francesa da Alsácia.

No domingo, passamos o dia caminhando pelo Centro Histórico de Estrasburgo. À noite, passamos na Estação de Trem para comprar as passagens de ida e volta para Colmar ao custo de 50,40 Euros.

Os bilhetes permitiam embarque de ida e volta a qualquer hora. São oferecidos mais de 20 horários diariamente.

Deixamos Estrasburgo pouco antes das dez da manhã da segunda-feira, dia 28. Fazia muito frio e uma neblina envolvia a cidade.

A viagem até Colmar durou cerca de 20 minutos, com uma parada rápida em Sélestat.

A Estação de Colmar fica a menos de um quilômetro do Centro Histórico. A cidade tem cerca de 70 mil habitantes.

No caminho, passamos pelo Place Du Champs de Mars, um parque arborizado, com uma pista de patinação no gelo e um imenso carrossel em ambiente fechado. Pela manhã, em razão do frio, poucas pessoas curtiam a área. À tarde, estava lotado.

Contudo, mesmo pela manha, o Centro Histórico estava cheio de turistas.

Colmar foi fundada no século 9. Fazia parte do Império Romano-Germânico em 1226.

Na Segunda Guerra Mundial, Colmar foi a última cidade francesa a ser libertada pelos aliados da ocupação alemã, em 1945. A Place Du 2 Février foi construída em memória ao dia da libertação.

O Centro Histórico ainda conserva prédios em estilo enxaimel dos tempos medievais. Ao contrário de Estrasburgo, as feirinhas de Natal ainda estavam abertas e ofereciam de doces, comidas típicas, bebidas e todos os tipos de quinquilharias.

A grande atração de Colmar é o que as placas identificam como A Pequena Veneza. Trata-se de um conjunto de casas ao longo do Rio Lauch. É um trecho de pelo menos 300 metros.

Confesso que fiquei um pouco frustrado, porque imaginava que seria algo bem maior, mas o cenário é belíssimo e vale a pena, sem dúvida, percorrer toda a região. Imagino como deve ser ainda mais belo e espetacular na primavera e no verão.

Caminhar pelas estreitas ruas do Centro Histórico é a melhor forma de conhecer Colmar. O trânsito de veículos é restrito nessa área.

Outra atração são os vinhos da região da Alsácia, principalmente os brancos, que respondem por quase 90% da produção.

Não deixe de comer os tartes flambées, que são um tipo de pizza com a massa superfina. São deliciosos e custam, no máximo, 10 Euros. Saboreamos tartes no restaurante Wistub, na área da Pequena Veneza. Estava lotado e o atendimento foi demorado.

Com certeza, um dia basta para conhecer Colmar.

No final da tarde já estávamos de volta a Estrasburgo.

 

 

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A Estação de trem de Colmar
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Parc Du Champs de Mars
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O parque
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O carrossel fechado faz parte das atrações do parque
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Os prédios em estilo enxaimel são maioria no Centro Histórico

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A Pequena Veneza de Colmar

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O restaurante Wistub na Pequena Veneza
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O interior do restaurante

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