Florença é um museu a céu aberto na Itália

Depois de quase oito anos voltamos a Florença, na região italiana da Toscana. A primeira visita ocorreu em uma excursão que durou 23 dias e passou por Paris, Bruxelas, Amsterdan, Heidelberg, Praga, Budapeste, Viena, Veneza, Florença e Roma. Na época, em 2008, valeu pela experiência.

Florença ou Firenze, em italiano, tem mais de 380 mil habitantes. É a capital da região da Toscana. É uma cidade para ser percorrida a pé, porque as principais atrações estão no Centro Histórico.

Nossa programação previa permanecer cinco dias e conhecer algumas outras cidades da região. Antes mesmo de chegar já havíamos decidido que iríamos reduzir a estada para três dias.

Desta vez, resolvemos optar por uma forma de hospedagem diferente. Em vez de um hotel “normal” optamos pelo Bed&Breakfast Galileo 2000, na Piazza de Firenza, número 3. Não confunda com um hotel que fica ao lado.

Trata-se de um amplo apartamento cujas suítes foram transformadas em quartos. A recepcionista Daniela nem estava no Galileo quando chegamos, no sábado, dia 9 de janeiro de 2016, por volta da uma da tarde. Ficamos esperando diante da porta. Ela chegou quase meia hora depois.

A primeira impressão foi ruim, mas depois de entender todo o processo ficamos mais tranquilos. Recebemos as chaves do “hotel”, do quarto e da porta principal. O quarto é amplo. Tem uma pequena sala, um banheiro razoável e uma salinha com mesa. A cozinha pode ser utilizada por todos os hóspedes. Não tem café da manhã, mas a recepcionista indicou um bar a menos de 100 metros da porta do “hotel”.

O B&B Galileo é super bem localizado, assim como o valor da diária é bom. Cerca de 100 euros por dia. Veja no Booking.

O “hotel” fica a cerca de 300 metros da Catedral de Santa Maria del Fiore, cuja construção começou em 1296. Está entre as maiores igrejas da Europa. Tem 153 metros de comprimento e 90 metros de largura. É uma obra impressionante.

O Batistério de São João fica em frente da Catedral. As portas em bronze são uma fascinação. As originais estão no museu atrás da igreja.

Na primeira visita a Florença subimos na cúpula da Catedral, que tem mais de 430 degraus. Desta vez, resolvemos subir no Campanário de Giotto que está ao lado da igreja, com mais de 290 degraus. Para todas essas visitas paga-se ingresso único de 15 Euros, válido por 24 horas.

A Estação de Trem Santa Maria Novella fica a 500 metros da Catedral e menos de um quilômetro do “hotel”.

Pontos que devem ser visitados.

Ponte Vecchio, construída em arco medieval, atravessa o Rio Arno e tem uma série de lojas, a maioria joalherias. As informações históricas dão conta de que teria sido construída com madeira na Roma antiga. Teria sido destruída pelas enchentes de 1333 e reerguida em 1345.

A Galeria da Academia de Belas Artes é um dos mais importantes museus de Florença. A Academia foi criada em 1784. Uma das obras mais impressionantes é o David de Michelangelo. A estátua, de tamanho gigante, foi traslada de sua posição original na Piazza della Signoria para a Academia em 1873. Na Piazza, que é a praça central de Florença, ficou uma cópia. O Palazzo Vecchio está em frente.

Outra obra que deixa a gente de boca aberta é a da Igreja de Santa Maria Novella, bem próxima da estação central de trem. Os afrescos da igreja de 1222 estão super bem preservados.

Como berço do renascença, Florença é um museu a céu aberto e tem outra infinidade de tesouros para serem visitados.

Pode-se almoçar e jantar a preços razoáveis em restaurantes do Centro Histórico. A pizza é o prato mais oferecido, a preços que variam de 6,50 Euros até 14 Euros.

Tive problemas com as fotos de Florença. O computador está lotado e não aceita mais imagens. As fotos abaixo foram tiradas pelo celular. Logo que for possível foi colocar mais fotografias dessa cidade que encanta os turistas.

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A Catedral de Santa Maria de Fiori
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O Batistério de São João fica diante da Catedral
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O Campanário de Giotto está ao lado da Catedral
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A Ponte Vecchio sobre o Rio Arno
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Hoje, joalherias em sua maioria ocupam as lojas que estão na ponte

 

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David de Michelangelo no Museu da Academia de Belas Artes de Florença

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