Paris faz parte dos nossos roteiros de viagens desde 2008. A cada viagem uma nova descoberta, a tranquilidade de caminhar pelas ruas da capital francesa sem a necessidade de conferir no mapa. É uma paixão sem fim.
Em 2011, passamos cinco dias em Paris antes de entrar em uma excursão rápida até Viena, na Áustria, com duas paradas em hotéis. Essas viagens permitem que você conheça um maior número de cidades em pouco tempo. Depois, dá para retornar e curtir por um período prolongado.
O primeiro pit stop foi em Reims, a terra do champanhe na França. Foi uma parada rápida, apenas para conhecer a Catedral de Notre-Dame de Reims, construída no século 13. É um monumento gótico. Uma das marcas da catedral é o vitral em forma de rosácea. E também um conjunto de vitrais de Marc Chagall.
Reims segue nos nossos planos de viagens, principalmente para conhecer as vinícolas que produzem os melhores champanhes. Foi a segunda vez que passamos pela cidade. A primeira foi em 2008.
O segundo pit stop foi na Alemanha. Chegamos em Heidelberg, no vale do Rio Neckar. É a sede da universidade mais antiga da Alemanha, fundada em 1386. Do centro da cidade, com cerca de 150 mil habitantes, é possível ver as ruínas do Castelo de Heidelberg.
Outro ponto obrigatório para conferir é a ponte medieval sobre o Rio Neckar, assim como a Catedral de Heidelberg. Martinho Lutero, líder da Reforma Protestante, viveu na região em 1518. É outra cidade alemã que merece ser visitada novamente.
A próxima parada foi em Frankfurt, a quinta maior cidade da Alemanha com mais de 700 mil habitantes. Chegamos depois das quatro da tarde. Conhecemos apenas o Centro Histórico, um dos menores das cidades alemãs, o Römerberg, a praça central, e a Catedral de Frankfurt. O Centro Histórico foi todo reconstruído depois da Segunda Guerra Mundial. Pernoitamos em Frankfurt.
Partimos cedo rumo a Nuremberg, cidade marcada pelos julgamentos dos nazistas realizados pelos Aliados após a Segunda Guerra. Ela foi praticamente reconstruída após o conflito. Foi uma visita rápida. Chegamos próximo das onze da manhã e partimos no início da tarde. Deu apenas para caminhar pelo Centro Histórico e conhecer a Catedral de Nuremberg e a Igreja de Nossa Senhora, erguida entre 1350 e 1358.
Outra parada, para o almoço, foi na Handwerkerhof, a Vila dos Artesãos, em uma das entradas da cidade histórica.
De Nuremberg seguimos para Praga, a capital da República Checa. Bom, essa parte merecerá um novo post, porque estivemos duas vezes em Praga. A primeira em 2008 e, depois, em 2011.


























adoro!!!! fico viajando junto… beijos….
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Oi, Thomas, que legal ler sobretudo Heidelberg aqui. Ela será minha nova cidade a partir de agora. Vou trabalhar num Instituto Max Planck comp bibliotecária (minha nova formação). Estou superanimada. Abraços a vocês e voltem para esta região!
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