Milão, centro de turismo e de compras

Depois de quatro dias em Nice, no Sul da França, pegamos o trem italiano Thello e nos deslocamos para Milão, na Itália. A viagem, com diversas paradas, durou quase cinco horas. De Nice até a italiana Gênova, o visual foi o Mar Mediterrâneo, banhado pelo sol. Depois, ingressamos no interior da Itália.

Chegamos em Milão no início da tarde. Na Estação Central pegamos um táxi para chegar no Ibis Milano Centre, uma viagem a um custo menor do que 10 Euros.

Feito o check in, largamos as malas no quarto e já partimos em direção ao Centro Histórico, uma caminhada de uns 20 minutos. O hotel fica a uns dois quilômetros do centro. O frio era intenso, apesar de alguns raios de sol.

Milão é uma cidade grande, totalmente cosmopolita. Tem mais de 1,3 milhão de habitantes. É a capital da região italiana da Lombardia. A área metropolitana está entre as maiores da Europa.

O primeiro contato assusta, principalmente nas proximidades da Catedral ou Duomo, em italiano. Sobra pouco espaço para caminhar. Milão é, certamente, um excelente local para as compras, ainda mais depois do dia 5 de janeiro quando as liquidações tomam conta das lojas.

Nós pegamos o último dia da feira de natal nas proximidades da Catedral, que é imponente. Tem mais de 150 metros de comprimento e mais de 100 metros de largura. Para entrar na igreja paga-se 2 Euros. Não precisa pagar para assistir a missa, mas aí você não pode se deslocar dentro da igreja. A catedral foi construída em estilo gótico flamejante, a partir de 1386. Ao lado está a famosa galeria Vittorio Emanuele II, construída entre 1865 e 1877. É apontado como o shopping mais antigo do mundo.

Outra visita obrigatória é ao Castelo Sforzesco, erguido no século 15. Teria sido construído sobre os restos de uma fortificação do século 14. O Castelo tem diversas coleções. Entre elas, a Pietà Rondonini, de Michelangelo. O ingresso para as exposições custa 8 Euros por pessoa. Vale a pena conferir.

Próximo ao Castelo, dentro do parque Sempione, está o Arco do Triunfo, que foi erguido em 1805 em reconhecimento às vitórias de Napoleão Bonaparte, quando Milão fazia parte do Reino da Itália, conquistado pelo imperador francês.

Milão conta com quatro linhas de metrô. Algumas delas estão interligadas com estações de trens regionais. O ponto de encontro das linhas é a estação Duomo, na frente da Catedral. A cidade também tem transporte por bonde, tranway e ônibus. O preço da passagem é de 1,50 Euro. A estação central de trem é a segunda mais movimentada da Itália.

Dois dias são suficientes para conhecer os principais pontos turísticos de Milão, que permite deslocamentos rápidos para várias cidades como Bergamo, Verona e Como, no lago, entre outras. Para Como, a viagem dura cerca de uma hora e a passagem custa 8 Euros ida e volta por pessoa. O trem, que tem diversos horários, parte da estação Cardona de Milão.

Mais adiante vou contar como foi o nosso passeio por Como.

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A Catedral de Milão

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O Duomo é lindo e está repleto de detalhes
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A Catedral é gigantesca
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Atrás do altar existem três vitrais gigantescos
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O altar principal da Catedral

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Uma das entradas de acesso à galeria Vittorio Emanuelle I, ao lado da Catedral

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O centro da galeria

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O Castelo Sforzesco
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A parte interna do pátio do castelo
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Um dos portões de acesso ao castelo

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A Pietà Rondonini de Michelangelo
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O Arco do Triunfo de Milão
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Existem diversas linhas de bondes
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Tranway também fazem parte do sistema de transportes de Milão
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Multidão estava no último dia da Feira de Natal ao lado da Catedral

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