Nice, na Provence-Alpes-Côtes d`Azur, é a melhor localização para quem deseja conhecer as cidades da Riviera Francesa, tanto em direção à fronteira com a Itália ou na direção de Marselha. Esta já é a quinta vez que decidimos curtir Nice e as belas cidades próximas. Um detalhe chamou a nossa atenção: a Oficina de Turismo que operava na frente da Gare Nice Ville fechou. Outra opção que conhecemos é a Oficina na Promenade des Anglais, próxima ao Cassino.
Chegamos em Nice, vindos de TGV desde Paris (quase 6 horas), no final da tarde de sexta-feira, dia 3 de janeiro. Como já conhecemos bem a cidade, optamos por visitar locais que ainda não havíamos visitado. Escolhemos via Booking o Hotel La Villa, na Rue Victor Hugo, ao lado de outro hotel que adoramos ficar em 2024: Le Grimaldi.


A primeira opção, no sábado (4/01/25) foi Antibes. A segunda foi Grasse, no domingo (5/01/25), e contamos tudo no próximo post.
Antibes
Pegamos um trem na Gare de Nice Ville ao custo de 22,80 Euros para duas pessoas ida e volta. A viagem até Antibes dura cerca de 20 minutos. Super tranquila e nenhum fiscal do trem nos abordou para conferir os bilhetes – tanto na ida quanto na volta. A cidade conta com cerca de 80 mil habitantes.

A Gare de Antibes fica próxima do Centro Histórico. A temperatura estava agradável, com o termômetro marcando 13º C. Caminhamos cerca de um quilômetro até o Mar Mediterrâneo pela área nova da cidade. Do local já é possível avistar o Centro Histórico.




Um calçadão totalmente recuperado possibilita uma caminhada com o visual das casas e do mar até a marina, onde lanchas, iates e barcos a vela estão ancorados. Alguns chamam a atenção pelo tamanho e luxo. Da Gare é possível vê-los também.















A cidade começou como uma colônia grega chamada Antipolis no ano 5 a.C., que depois se tornou parte do Império Romano. Na frente do Museu D’Archéologie tem um pedaço do que foi um aqueduto que abastecia de água a velha Antibes. Quando em operação, a obra romana tinha cerca de 4,5 quilômetros.


De acordo com as informações turísticas, o comércio teve um papel relevante na história de Antibes, mas foi na primeira metade do século XX que a cidade passou a ter outro status, quando se transformou no destino de férias de celebridades, como o pintor espanhol Pablo Picasso e o escritor F. Scott Fitzgerald. As obras de Picasso estão no Museu Grimaldi, mas não conseguimos visitar.
Como é tradição na França, uma feira de Natal estava instalada na área próxima da Marina, com bancas que vendiam comidas típicas da região, vinhos, champanhes e cervejas, além de oferecer vários brinquedos para as crianças. Na entrada havia um super esquema de segurança, com revista às bolsas e sacolas e todos passavam por um detector de metais. Na feira fizemos uma pausa para uma taça de vinho e outra de champanhe com batata frita. Preço total – 15 Euros.




Quatro brasileiros aproveitaram a feira para duas apresentações de capoeira e saltos mortais. Depois percorreram as mesas em busca de alguma gorjeta. Deu certo porque a plateia assistiu com atenção e contribuiu com moedas e algumas notas.


O Centro Histórico é repleto de ruas estreitas e prédios coloridos. Em algumas delas há restaurantes e bares. Todos lotados. Em resumo, a cidade é bonita, bem cuidada, tem um Centro Histórico bem restaurado e vale a visita. E pra quem gosta, tem muita história também.












Agradeço a possibilidade de viajar de forma virtual com vcs, fantastico o roteiro , as fotos, os detalhes das cidades visitadas, sinto como estivesse caminhando pelas ruas cheias de historias.
Obrigada.
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